Brinquedos para entreter crianças numa viagem de avião

Pesquisa realizada pela British Airways revela que a maior preocupação dos pais ao voar com as crianças é não saber como mantê-los entretidos. Pensando em auxiliar as famílias, a companhia aérea realizou um experimento que consistiu em reunir 30 crianças num voo de duas horas com uma seleção de brinquedos. Os passageiros-mirins, com idades entre 2 e 10 anos, foram observados por 90 minutos pelo professor e apresentador de tv Robert Winston e por uma equipe de psicólogos educacionais.

Os resultados foram surpreendentes e revelaram que os brinquedos mais baratos mantêm as crianças ocupadas por mais tempo. Massinhas de modelar Play-Doh e pulseiras Loom Bands estão no topo da lista e foram eleitos por 80% das crianças, que ficaram ocupadas por mais de 40 minutos durante o experimento. O resultado animou os pais: 70% afirmaram que levariam estes brinquedos em um voo no futuro. O brinquedo mais popular entre os pequenos de 2-5 anos foi o Play-Doh. Já o favorito entre os de 5 a 10 anos foi o Loom Bands. Eternos clássicos, como Lego e cartões Top Trump, também marcaram muito esta faixa etária, mantendo-os entretidos durante uma média de 37 e 33 minutos, respectivamente.

“Embora a vontade dos pais seja que seu filho adormeça, brinquedos como Lego, livros de adesivos e jogos de viagem também são uma ótima maneira de mantê-los envolvidos. Apresentar brinquedos diferentes em intervalos regulares é uma alternativa para mantê-los entretidos por mais de 90 minutos”, afirma o professor Robert Winston.

Em uma pesquisa feita com 2 mil pessoas, 25% dos entrevistados disseram que se preocupam com a possibilidade de seus filhos perturbarem os outros passageiros, enquanto mais da metade estão preocupados com a interrupção da rotina de sono de seu filho. Dra. Vivian Hill, psicóloga educacional, afirma que “os brinquedos que despertam a imaginação e incentivam a criatividade, ao invés de brinquedos estáticos, como bichos de pelúcia e bonecas, são comprovados para manter as crianças ocupadas por mais tempo”.  

Os 10 melhores brinquedos para levar numa viagem de avião segundo a pesquisa da British são: Loom Bands, Play-Doh, Lego, Top Trumps, Uno, Cartões de atividade, Jogo de viagem Magnetic, Aquadoodle!, Fantoches e Livro de adesivos. Dra. Vivian Hill compartilha suas principais dicas para um voo sem estresse com as crianças:

• Tenha à mão bebidas durante a decolagem e a aterrisagem, para que os pequenos não sejam tão afetados pela pressão do ar, uma vez que as crianças sofrem mais com as consequências do que os adultos.

• Comprar novos brinquedos e jogos para o voo. Brinquedos mais recentes os entretêm por mais tempo.

• Apresentar brinquedos diferentes em intervalos regulares. Envolvê-los e dá-los como presentes funciona muito bem.

• Concentre-se em atividades que incentivam a criatividade em vez de objetos estáticos, como bonecas e bichos de pelúcia. • Fantoches de dedo e cartões de atividade são os brinquedos que podem entreter por muito mais tempo.

• Pense em jogos que você não precisa transportar. Jogos verbais, como I Spy e Vinte Perguntas são boas maneiras de passar o tempo de voo.

A British Airways oferece uma gama de serviços para reduzir o estresse da viagem para as famílias. Isto inclui uma política de Feed Kids First (Alimente primeiro as crianças) e a oportunidade de programar refeições saudáveis.

A companhia oferece também Skyflyers Activity Packs, um pacote de atividades que contêm lápis de cor, livros para colorir, quebra-cabeças, caneta e fatos interessantes sobre o voo.

Para ver o vídeo da experiência, acesse www.youtube.com/watch?v=qs7NxqhOCPQ.

Publicado na edição 180 - dezembro/2014

Os cofres de hotéis podem ser alvos de ataques cyber criminosos

A G Data, fornecedora de soluções de segurança digital, representada no Brasil pela FirstSecurity, divulgou um alerta sobre falha de segurança relacionada aos cofres de hotéis, algo inimaginável até o momento pelos especialistas em segurança cibernética.

Após analisar alguns modelos básicos de cofres disponíveis no mercado, a G Data verificou que pessoas inescrupulosas podem, com pouco esforço, abrir os cofres, conseguir o código mestre (fornecido pelo fabricante para casos de emergência) e, depois, vender na internet e em fóruns. Os modelos que aceitam pagamento com cartão, que pode ser feito no quarto pelo hóspede, também representam grande risco.

Inúmeras são as maneiras de quebrar a segurança de um cofre. Uma das opções é cortar o bloqueio de emergência, após desparafusar uma placa na frente do cofre e quebrar o bloqueio com uma chave falsa. Como alternativa, o código pode ser reposto através de um curto-circuito e uma nova entrada, que pode ser usada para abrir o cofre.

“Geralmente os hóspedes informam ao hotel se vão usar ou não o cofre e informam os valores e objetos. Quando se opta por contratar o serviço depois e o cofre pode ser contratado por cartão de crédito no quarto, existe a possibilidade de ocorrer o roubo dos dados do cartão”, comenta Emanoel Souza, diretor da FirstSecurity.

“O cofre não é o pior lugar para armazenar objetos de valor. Sua segurança, no entanto, não deve sobrevalorizada”, resume Ralf Benzmüller, especialista em segurança da G Data. “Por isso, o melhor a fazer é alterar o código mestre dos cofres e nunca usar o cartão de crédito nestes casos”.

www.firstsecurity.com.br

Publicado na edição 179 - Novembro/2014

Cuidado: a trombose pode ser companheira de viagem

Em viagens de maior duração podem eventualmente ocorrer no passageiro problemas circulatórios, a trombose venosa profunda (TVP). “A incidência da trombose venosa profunda em pessoas que realizam viagens de longa duração ocorre principalmente por causa da estase do sangue pela dificuldade ou impossibilidade de andar ou se movimentar normalmente. Ocorre com mais frequência em viajantes que têm fatores de risco individuais, ou também por outros fatores desencadeantes de risco, como desidratação, ingestão de álcool, obesidade e tabagismo”, diz Carlos Alberto Carvalho, presidente da Associação Brasileira de Flebologia e Linfologia. Também podem ser fatores de risco a hereditariedade (histórico anterior de TVP), pouco espaço para movimentação e a pressurização das cabines. Em percursos a partir de 2 horas a incidência de TVP aumenta em até três vezes.

Uma das maneiras de prevenir é usar meias de compressão que ajudam a ativar a circulação quando as pessoas estão paradas.

A Sigvaris (www.sigvaris.com.br), empresa suíça, desenvolveu linha de meias com variedade de fios, cores, modelos e níveis de compressão, desenvolvida especialmente para o biótipo brasileiro.

As meias terapêuticas, com compressão de 15-20mmHg, da Sigvaris são preventivas, evitando a manifestação de pernas inchadas, cansadas, doloridas e inchaço dos pés e tornozelos, durante longas viagens. Tanto a linha Audace quanto o modelo Actitud, de 15-20 mmHg, podem ser adquiridas sem prescrição médica e são encontradas em lojas especializadas e farmácias. Dicas para evitar o problema:

> Utilize meia de compressão

> De duas em duas horas faça exercícios com os pés, para cima, para baixo e em círculos, proporcionando a movimentação da panturrilha

> Caminhe a cada duas horas pelo avião

> Beba líquidos não alcoólicos antes e durante a viagem, mantendo assim uma boa hidratação

> Use roupas confortáveis

> Eleve os pés, sempre que possível

Publicado na edição 177 - setembro/2014

Site compara destinos

O site Compare Destinos (www.comparedestinos.com.br) exibe as informações mais relevantes de algumas cidades ao redor do mundo e as fornece de forma fácil e concisa. Entre as informações estão: país, região, área, população, densidade, clima, desastres naturais, PIB per capta, IDH, moeda, valor da moeda em real, segurança, idioma, horário local, código telefônico, quando ir, visto, carteira de habilitação internacional, dicas de conveniência, dicas de hotéis e restaurantes, valor de comida de rua, preço da água, do café, da cerveja e fast-food. Dicas de transporte em aeroportos, metrô, trem, ônibus, aluguel de automóveis, dicas de viagens de um dia, principais parques, museus e pontos turísticos, principais eventos sazonais, vida noturna, vida esportiva e patrimônios mundiais da Unesco. Informações de conexão wi-fi em aeroportos e/ou grandes praças, tecnologia de transmissão de dados, além de sugestão de compras em outlets. Algumas das cidades que estão na plataforma e podem ser comparadas são Amsterdam, Ibiza, Varsóvia, Nova Iorque, Buenos Aires, Melbourne, Florianópolis e Cairo.

Publicado na edição 177 - setembro/2014

A wi-fi do hotel que você reservou é boa?

O Brasil é um dos países mais conectados do mundo. E numa viagem, não é preciso ser empresário para querer hospedar-se num hotel que forneça uma conexão de internet confiável, segura e de velocidade.  

Nem todos os hotéis brasileiros oferecem internet gratuita. E quem já não se irritou ao saber o valor da conexão por uma hora num hotel? A certeza de que o seu hotel oferece wi-fi gratuita é um diferencial importante no momento da reserva.  

A plataforma gratuita www.hotelwifitest.com possibilita a pesquisa de mais de cem mil hotéis e saber quais deles oferece wi-fi pago ou gratuito. No site você vai saber qual velocidade de internet o hotel onde você pretende se hospedar vai oferecer quando você ligar seu computador. E quem viaja sabe a importância de enviar um e-mail sem demora para o escritório - ou vá lá – de seu filho jogar sem ficar reclamando por causa da conexão. No hotelwifitest você pode executar um teste de velocidade e verificar, realmente, a conexão que o hotel oferece.  

Vinte hotéis são listados em Brasília, mas somente dois testados: Mercure Brasília Eixo Hotel e Athos Bulcão, ambos com internet grátis e velocidade de 2,6 Mbps. São Paulo tem 180 hotéis e, por exemplo, no InterCity The Universe, na Bela Vista, a wi-fi é de graça a 69 Mbps. São 53 os hotéis de Curitiba (Hotel Elo com 8 Mbps).

Em Nova Iorque, o Da Vinci Hotel oferece internet gratuita a 53,1 Mbps, e Londres, no Corinthia Hotel London a internet gratuita é a 97 Mbps.

Publicado na edição 177 - setembro/2014