Passagem de Volta ao Mundo

A Passagem de Volta ao Mundo permite que o viajante conheça os 4 cantos do planeta pagando apenas uma tarifa aérea.

Como as passagens aéreas representam grande parte do custo de uma viagem, é uma maneira de economizar com o deslocamento entre os países e continentes. Para quem deseja tirar um ano sabático ou fazer uma viagem mais longa, é uma opção mais barata e prática.  O mochileiro só precisa estar atento às regras.

Mas como funciona a chamada RTW (Round the World)? A gerente do departamento aéreo da CI, empresa de intercâmbio e turismo jovem, Giana Verde, dá algumas dicas sobre como utilizá-la:

• As três grandes alianças de companhia aéreas oferecem a passagem;

• A passagem é emitida no país de origem do viajante e ele retorna ao mesmo país no final do trajeto;

• A volta ao globo é feita em um único sentido - Ocidente ou Oriente - para assim dar a volta completa no planeta;

• A duração mínima da viagem é de 10 dias e a máxima é de um ano. O período começa a contar a partir da data de embarque do primeiro voo. “Quanto aos trechos, o número mínimo é de 4 e o máximo de 16”, explica Giana;

• O roteiro deve ser definido previamente. O passageiro pode alterar o dia da passagem sem taxas (desde que respeite o prazo estabelecido pela companhia), mas caso deseje mudar os destinos determinados, terá que pagar uma taxa extra por solicitação;

• “O mundo é dividido por zonas, que não correspondem necessariamente aos continentes geográficos. É preciso estar atento porque há limites de voos na mesma zona e também não é possível voltar para uma zona depois de sair dela. Como exemplo: se você saiu da Oceania, não pode voltar para aquele continente”, diz Giana; • O valor da passagem é a partir de US$ 3,397.00. “O valor do bilhete varia conforme o número de milhas que o viajante percorrer, o número de zonas que passar e a classe escolhida para viajar”, destaca a gerente.

4007-1215 - www.ci.com.br

Publicado em edição 186 - junho/2015

Nécessaire de sobrevivência

O hairstylist e make-up artist Wilson Eliodorio diz que é sempre é bom, para não ser pega de surpresa, ter uma nécessaire na bolsa com alguns itens que servem como coringa na hora de se arrumar para algum evento ou até mesmo retocar a maquiagem, retomando o ar de saudável ao rosto. Para ele estes são os itens indispensáveis para ter as mãos a qualquer hora:

1. Utilize uma nécessaire de tamanho razoável com dois compartimentos menores;

2. Em um dos espaços coloque itens de higiene, como uma escova e pasta de dente, mini enxaguante bucal, shampoo/condicionador, sabonete e hidratante. Se possível todos os itens podem ser pequenos, do tipo “amostra”;

3. Protetor solar facial, que funciona para ombros e colo, e um óleo/protetor para barriga e pernas;

4. Um BBCream para a noite, que serve como hidratante facial e base, e um corretivo para as horas de desespero;

5. Lápis (preto ou marrom), quarteto de sombras, máscara de cílios a prova d’água, curvex, palheta pequena de batom (que serve como blush cremoso), balm (tipo protetor labial ou hidratante para a boca não ressecar ao sol);

6. Kit de mini de pincéis;

7. Escova de cabelo e um pente largo (madeira ou acrílico) e,

8. Creme para pentear (leave-in), creme para pentear em spray (para aplicar na praia) e um sérum bacana para usar como reparador de pontas.

Publicado na edição 185 - maio/2015

Time Sharing ou Clube de Férias?

Time Sharing (tempo compartilhado) e Clube de Férias: no vocabulário do brasileiro os dois sistemas de viagem soam cada vez mais familiares. Mas qual é a diferença entre eles e o que têm de vantajoso para atrair clientes por todo Brasil?

No Time Sharing, o cliente compra um quarto em um determinado hotel que ofereça esse sistema e tem direito de usá-lo (em princípio) apenas nesse local durante uma semana por ano.

Na maioria dos casos, a semana é pré-determinada e o uso vinculado a esta mesma data todos os anos. Em Aruba, por exemplo, as primeiras semanas do ano (1ª em janeiro e a 16ª em abril) e as últimas (48ª em novembro e a 52ª em dezembro) são as mais procuradas e, consequentemente, as mais caras.

Algumas redes que oferecem o Time Sharing possibilitam a troca do quarto de um hotel por outro, desde que os proprietários tenham esse interesse em comum. Ou seja, para utilizar o benefício de hospedagem em outros hotéis deve haver interessados em fazer a troca de quartos. E mais: alguns tipos de Time Sharing não contam com o sistema All Inclusive.

Já em um Clube de Férias, o sócio tem à disposição toda a rede de hotéis afiliados ao Clube, podendo fazer a reserva em qualquer um deles. Em outras palavras, o sócio não fica preso ao mesmo destino e à mesma semana.

No Clube de Férias, o sócio tem direito a uma quantidade pré-determinada de Créditos de Férias de acordo com o nível de admissão ou tipo de filiação (personalizado com o perfil de cada família).

Os créditos podem ser utilizados como o sócio preferir, por exemplo, distribuídos em uma grande viagem ou algumas escapadas curtas de fim de semana. Vale ressaltar, algumas opções seguem o sistema All Inclusive (menos bebidas alcoólicas e frigobar), o que possibilita maior conforto do sócio durante a estadia.

Um ponto importante dentre as vantagens oferecidas por um Clube de Férias é referente à oscilação do dólar. Em outros sistemas de viagens, a alta da moeda influencia na mensalidade dos pacotes, já que hotéis são precificados pelo dólar, assim como acontece com as passagens aéreas. Levando-se em consideração que o consumidor brasileiro gastou, em 2013, US$ 25,3 bilhões no Exterior, segundo dados do Banco do Brasil, a flutuação do dólar pode ser um transtorno para muitas famílias, já que o investimento de uma viagem está previsto no orçamento familiar. Em muitos casos, as viagens são canceladas ou reagendadas.

No sistema Clube de Férias, a alta da moeda não influencia no aumento de preço das mensalidades, pois as hospedagens são adquiridas por meio dos Créditos de Férias, que não têm relação com a oscilação do dólar.

Publicado na edição 184 - abril/2015

Quer viajar diferente, encontre aqui seu destino

Antes de uma viagem, é comum que as pessoas utilizem guias e sites de dicas e serviços que dão todo o tipo de suporte necessário durante a etapa de planejamento.

A Opera Software, além de fabricar navegadores úteis para viagens como o Opera Max, preparou uma lista de sites que fogem do convencional e ajudam o viajante ou mochileiro a descobrir novas vivências e destinos, que estão fora daqueles já conhecidos. Algumas das dicas possibilitam até o turista economizar. 

Confira abaixo:

1. The Most Unusual Restaurants In The World (em português, Restaurantes mais incomuns do mundo) - A refeição é uma parte importante da experiência de um viajante. Por isso, quando for conhecer um novo destino, por que se contentar com a comida de sempre? Este site, compilado após mais de 7 anos de pesquisa, oferece informações sobre os mais estranhos restaurantes do mundo. A lista vai desde estabelecimentos que servem refeições no escuro – servido pela equipe de garçons deficientes visuais -, até aqueles que oferecem comida preparada por chefs robóticos e jantares com girafas. http://restoran.us/trivia/unusual.htm

2. Atlas Obscura - Fiel ao nome, o Atlas Obscura compreende os lugares mais estranhos e obscuros do mundo. Seja uma pequena cidade de Michigan (Estados Unidos), conhecida como o Inferno na Terra – onde qualquer um pode ser prefeito por um dia - ou o estranho Skeleton Lake of Roopkund, na Índia. O site nunca deixa de surpreender com suas atrações bizarras e também realiza encontros para ajudar exploradores a se conectarem e descobrirem novos lugares. www.atlasobscura.com

3. Adioso - Se você quer viajar, mas não sabe para onde e nem quando deve ir, o Adioso pode te ajudar. O serviço oferece opções de viagem flexíveis com base em seu orçamento e interesses. Basta digitar sua cidade de partida e ele irá mostrar alguns lugares maravilhosos para os quais você pode ir com base em seu orçamento. Caso você encontre preços um pouco fora de seu alcance, é possível definir um alerta de e-mail para avisá-lo de possíveis promoções. http://adioso.com

4. Helpx - Vai tirar férias, mas a poupança não é suficiente para financiar sua viagem? Sem problemas. Acesse o www.helpx.net e inscreva-se como voluntário para trabalhar em fazendas, ranchos, veleiros e outros lugares ao redor do mundo, em troca de acomodação e comida.

5. Airbnb - Por que gastar tanto dinheiro em um quarto de hotel, quando você pode alugar um apartamento, casa de campo ou até mesmo um castelo? Este site oferece alojamento em mais de 34 mil cidades em 190 países. Todos os anúncios imobiliários são acompanhados por fotografias, comentários e coordenadas de localização. Além de ser mais barato, também oferece às pessoas uma experiência local mais autêntica. www.airbnb.com.br

6. Spotted By Locals - Por mais excêntrica que seja uma viagem, todo turista acaba passando por, pelo menos, um ponto turístico da cidade. Por isso, o Spotted By Locals oferece dicas de habitantes locais, abrangendo mais de 50 destinos europeus e americanos. Cada cidade possui entre 4 e 6 autores locais, que dão dicas sobre o que fazer ou não nesses lugares. www.spottedbylocals.com

7. Gogobot - Este site ajuda a descobrir novos destinos por meio de mais de 700 mil comentários e 4 milhões de fotos de viajantes experientes. Além disso, é possível decidir qual será o próximo destino navegando por categorias como melhores festivais de verão, estações de esqui ou pela seção Tribal Go, que recomenda lugares para visitar de acordo com o seu estilo preferido de viagem, seja aventura, negócios ou viagens de luxo. www.gogobot.com

8. Designtripper - Para aqueles que buscam experiências inovadoras ao invés de luxo, este blog ajuda a descobrir alguns destinos escondidos em diferentes partes do mundo. Com ele é possível encontrar pousadas com design artístico e casas na árvore para alugar. Além de fotos incríveis, o Designtripper traz histórias e depoimentos escritos por viajantes que conheceram o local. www.designtripper.com

Publicado na edição 184 - abril/2015

Dicas para diabéticos de como se alimentar em viagens

Pessoas com diabetes podem encontrar dificuldades na hora de se alimentar durante uma viagem devido a uma nova rotina. Para Mauro Scharf, endocrinologista do Centro de Diabetes Curitiba (www.centrodediabetescuritiba.com.br), o segredo está na distribuição de alimentos, numa dieta com moderação e na monitoração da glicemia. “Não existem grandes mudanças mas simples adaptações que um viajante com diabetes deve fazer. Em algumas companhias aéreas você pode pedir um menu exclusivo para diabéticos. Isso é possível e já ajuda”, afirma.

O médico diz que em voos de longa duração é importante ter à mão alimentos que contenham carboidratos para tratamento de hipoglicemias (açúcar baixo no sangue), pois nem sempre elas podem estar disponíveis. “Também é importante sempre manter por perto os medicamentos e as insulinas, caso necessite aplicá-las”, reforça. Scharf explica que um cardápio ideal para um diabético em viagens inclui mais carboidratos integrais como pães, cereais sem açúcar, arroz integral, além de se ter sempre lanchinhos como frutas e barrinhas de cereais na bolsa, caso o passeio seja mais demorado. “Nas refeições principais, a regra é a mesma para em qualquer lugar, seja em casa ou viajando. O que vale é a quantidade e a combinação dos alimentos. Comendo fibras e fazendo uma refeição balanceada é possível driblar o excesso de glicose ou fazer com que ela demore mais tempo para ser absorvida no sangue”, destaca.

O endocrinologista lembra que, numa viagem, é difícil deixar de cair na tentação. Por isso, quando isso acontecer, a recomendação é experimentar, mas não exagerar. “De vez em quando, no momento em que bater aquela vontade, tudo bem comer algo não ligado diretamente à dieta. Mas isso deve ser feito em raras ocasiões, para não comprometer o tratamento”, comenta. E continua: “quando o assunto for bebida, o melhor é sempre optar pelas que são liberadas para quem possui diabetes como café sem açúcar, chá sem açúcar, água mineral e refrigerante diet”, finaliza.

Na American Airlines é possível solicitar alimentação especial ligando para (11)4502-4000, (21)-4502-5005 ou 0300-789-7778 (outras localidades). As informações estão no www.aa.com.br/i18n/travelInformation/duringFlight/dining/special-meals.jsp. Na Copa Airlines, o passageiro no hwww.copaair.com/sites/br/pt/pages/homepage.aspx,  pode informar sua preferência alimentar ou ligar 0800-771-2672. Na TAM há cardápios especiais também com alimentos sem glúten, de baixa caloria, de baixo colesterol, sem sal e sem lactose, menu ovolactovegetariano e vegan. Pedidos no 4002-5700 (capitais) ou 0300-570-5700. Na Azul (4003-1118 ou 0800-887-1118), opção para diabéticos só em voos internacionais.

Em todos, pede-se 48 horas de antecedência. No check-in, avise o atendente que você solicitou uma refeição especial.

A GOL não oferece cardápio especial, mas entre as opções no serviço de bordo em voos nacionais ou internacionais, pode-se escolher aquela que melhor adapta à sua situação.

Publicado na edição 184 - /abril/2015