Acessibilidade nos aeroportos

Os aeroportos devem estar preparados para receber passageiros portadores de necessidades especiais. E pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que regulamenta o setor, estão nesta relação tanto pessoas que tem mobilidade reduzida como as portadoras de deficiência. Estes passageiros devem ser embarcados prioritariamente em relação aos demais e seu desembarque é realizado ao final, exceto em casos de conexão, quando o intervalo de tempo para troca de aeronave justificar a priorização. A Anac alerta que os passageiros “devem comunicar a necessidade de assistência especial à empresa aérea no momento em que fizerem sua reserva ou, pelo menos, 48 horas antes do embarque, para que recebam a devida assistência”, informa a cartilha Acessibilidade, produzida pela Agência e disponível no http://www2.anac.gov.br/dicasanac/pdf/novo/anac_panfleto_acessibilidade.pdf. E, com 72 horas antes de voo, o passageiro deve solicitar à companhia aérea o uso de cadeira de rodas, maca ou de equipamento para oxigênio suplementar. Se a companhia aérea exigir um acompanhante para viajar ao lado deste passageiro, a empresa deve justificar por escrito esta opção e “oferecer desconto de, no mínimo, 80% do valor cobrado pelo bilhete do passageiro portador de deficiência”.  O check-in destes passageiros para voos nacionais é de 1 hora e 30 minutos antes e, para os voos internacionais, 2 horas. Segundo a Anac, “nos aeroportos que não possuem pontes de embarque ou quando a aeronave estacionar em posição remota deverão ser providos veículos equipados com elevadores ou outros dispositivos apropriados para efetuar, com segurança, o embarque e o desembarque de pessoas portadoras de deficiência física ou mobilidade reduzida. O passageiro poderá utilizar a cadeira de rodas ou outras ajudas técnicas (bengalas, muletas, andadores e outros) para locomover-se até a porta da aeronave, desde que o equipamento passe pela inspeção de segurança do aeroporto”.  Bagagem e cão guia  Bengalas, muletas, andadores, cadeiras de rodas ou outros equipamentos, devem ser transportados na cabine, havendo espaço disponível. Isto somente não acontecerá no caso de sua dimensão impedir seu transporte na cabine ou em caso de segurança. O usuário de cadeiras de rodas deve ser acomodado em assento especial, dotado de braços removíveis, próximo ao corredor, localizado da primeira à terceira fileira da aeronave, de acordo com a classe escolhida. O cão deve ser transportado gratuitamente no chão da cabine da aeronave, ao lado de seu dono e sob seu controle, na primeira fileira. O animal deverá estar equipado com arreio, dispensado o uso de focinheira.  Dispõe ainda a Anac que ao passageiro que necessita de assistência especial deve ser dispensado atendimento prioritário; telefones adaptados, nas áreas comuns dos aeroportos, e informações na Língua Brasileira de Sinais (Libras), para passageiros com deficiência auditiva e informações em braile (em pelo menos dois idiomas, quando se tratar de um aeroporto internacional), para passageiros com deficiência visual.  A Anac tem uma central de atendimento que opera 24 horas por dia, todos os dias, no 0800-725-4445.

Publicado na edição 149 - maio/2012

O que levar na mala da criança

Lela Barbosa Torre, executiva da Chicletaria, rede brasileira de moda infantil, dá oito dicas para fazer as malas das crianças: 1. Antes de pensar no que levar, passe uma importante tarefa às crianças: pesquisar as características do local para onde irão nas férias. Elas mesmas vão saber dizer se fará frio ou calor, tempo seco ou chuvoso, se deverão levar roupas despojadas ou de passeio. Nada melhor do que já começar a programação integrando toda a família; 2. Reúna numa única mala todas as roupas das crianças pequenas. Além de reduzir o número de bagagem e maximizar espaço, também facilita na hora de procurar o que vestir; 3. A melhor forma de colocar as roupas na mala é fazer rolinhos individuais. Para facilitar, separe tudo o que a criança vai usar por dia em saquinhos plásticos coloridos (camiseta, bermuda, top, vestido, meias, roupa íntima e acessórios). Não se esqueça de que cada criança deve saber a sua cor correspondente, bem como a cor do saquinho de roupa suja; 4. Dê preferência a cores coordenadas. Assim, caso a criança suje a camiseta, você não precisará trocar toda a produção; 5. Alguns itens têm de ficar sempre à mão, como uma troca de roupa para eventuais incidentes, uma malha de frio, chapéu ou boné, protetor solar e repelente; 6. Além de um chinelo para praia e piscina, escolha mais dois calçados leves que combinem com os looks escolhidos para por na mala. Botas e tênis mais pesados já devem seguir nos pés da criança para economizar espaço; 7. Peça ajuda às crianças mais velhas na hora de fazer as malas. Assim elas se sentem mais valorizadas e adquirem habilidades para quando forem viajar sozinhas, nos acampamentos de férias. Lembre apenas que fazer as malas é diferente de querer levar o closet inteiro na viagem; 8. Leve um bom livro. Sabe aquela hora em que a criança se enjoa de brincar com os mesmos colegas ou joguinhos? – Nesses momentos, não há nada melhor do que uma leitura que dê asas à imaginação”. www.chicletaria.com.br

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Publicado na edição 148 - abril/2012